A organização tinha feito um pedido formal em 12 de abril, um dia após a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, que invalidava as proibições de três manifestações do orgulho lésbico, gay, bissexual, transgénero e transexual em Moscovo de 2006 a 2008.
A carta justifica a decisão indicando que "neste momento o Governo de Moscovo recebeu inúmeros pedidos de entidades públicas e entidades da Federação Russa, confissões religiosas, organizações públicas, cossacos e indivíduos pedindo-nos para não permitir a realização deste evento público. De acordo com muitos dos entrevistados, este evento pode resultar numa onda de protestos, que pode evoluir para um conjunto de perturbações da ordem pública."
Segundo o organizador do Pride, Nikolai Alekseev, as autoridades de Moscovo não poderiam ter encontrado uma melhor confirmação da sua homofobia com a publicação de sua decisão precisamente no Dia Internacional Contra a Homofobia e Transfobia.Segundo o activista as autoridades de Moscovo estão apenas a tentar repetir os argumentos de proibições anteriores, que foram analisadas pelo Tribunal de Justiça que é claro a estabelecer "que qualquer ameaça não pode ser motivo para a proibição de uma manifestação pacífica pública e a responsabilidade pela segurança dos participantes encontra-se com as autoridades."
A carta justifica a decisão indicando que "neste momento o Governo de Moscovo recebeu inúmeros pedidos de entidades públicas e entidades da Federação Russa, confissões religiosas, organizações públicas, cossacos e indivíduos pedindo-nos para não permitir a realização deste evento público. De acordo com muitos dos entrevistados, este evento pode resultar numa onda de protestos, que pode evoluir para um conjunto de perturbações da ordem pública."
Segundo o organizador do Pride, Nikolai Alekseev, as autoridades de Moscovo não poderiam ter encontrado uma melhor confirmação da sua homofobia com a publicação de sua decisão precisamente no Dia Internacional Contra a Homofobia e Transfobia.Segundo o activista as autoridades de Moscovo estão apenas a tentar repetir os argumentos de proibições anteriores, que foram analisadas pelo Tribunal de Justiça que é claro a estabelecer "que qualquer ameaça não pode ser motivo para a proibição de uma manifestação pacífica pública e a responsabilidade pela segurança dos participantes encontra-se com as autoridades."

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