Novas pesquisas concluíram que jovens LGBT que experimentaram elevados níveis de vitimização na escola vêem a sua saúde afetada mais tarde, incluindo depressão, tentativa de suicídio, DSTs e risco de VIH.Este é o primeiro estudo conhecido a examinar a relação entre a vitimização na escola durante a adolescência - especificamente relacionada à orientação sexual e identidade de género - com as múltiplas dimensões da saúde dos adultos jovens e adaptação à sociedade. O estudo demonstra a importância de tratar e prevenir o bullying anti-LGBT a nível estrutural na escola para reduzir as disparidades de saúde entre jovens LGBT.
O autor, Stephen T. Russell, PhD, professor emérito da Universidade de Arizona disse que "Agora temos evidências do custo pessoal e social duradouro de não tornar as nossas escolas seguras para todos os alunos. Estudos anteriores têm demonstrado que a vitimização escolar de adolescentes LGBT afecta a sua saúde física e mental. No nosso estudo, vemos os efeitos da vitimização escolar até uma década mais tarde ou mais. É claro que existem custos de saúde pública a longo prazo devido ao bullying LGBT".
A Directora do Projecto Family Acceptance Project da San Francisco State University e co-autora do estudo Caitlin Ryan, PhD, apontou que "a disseminação do assédio moral e falta de pesquisa sobre os resultados na idade adulta mascararam os graves custos para a saúde a longo prazo para crianças e jovens LGBT. Estas novas descobertas ajudarão os provedores e grupos de definição de políticas na escola a compreender que as famílias podem desempenhar um papel fundamental na prevenção e gestão de vitimização e da importância do nosso trabalho em encorajar e ensinar os pais e todo o meio escolar de como apoiar e defender os seus filhos LGBT nas famílias, escolas e comunidades (...) "
Fonte (resultados do estudo presentes na fonte)

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