No dia 30 de Abril assinalou-se o décimo segundo aniversário do ataque à bomba do bar Admiral Duncan no Soho, Londres.
No ataque do Admiral Duncan, o alvo eram os gays: três pessoas morreram e 80 ficaram feridas na Old Compton Street, mesmo no coração da comunidade gay da capital britânica.
Aparentemente foi escolhida pelo bombista David Copeland por aparecer em primeiro lugar nas listagens alfabéticas de publicações gays.
O ataque foi brutal no final de tarde londrino às 18:37 num bar cheio de clientes que se preparavam para um fim de semana prolongado. Surgiu sem aviso e na ocasião ninguém sabia se existiam mais dispositivos explosivos ou não e a zona mergulhou num caos e terror completos.
O bombista era ex-membro do partido nacionalista britânico e neo-nazi. O seu objectivo era atacar os que considerava "não integrados", obviamente que muitos "integrados" foram também feridos quer diretamente, quer indiretamente, pelos seus ataques.
No ataque do Admiral Duncan, o alvo eram os gays: três pessoas morreram e 80 ficaram feridas na Old Compton Street, mesmo no coração da comunidade gay da capital britânica.
Aparentemente foi escolhida pelo bombista David Copeland por aparecer em primeiro lugar nas listagens alfabéticas de publicações gays.
O ataque foi brutal no final de tarde londrino às 18:37 num bar cheio de clientes que se preparavam para um fim de semana prolongado. Surgiu sem aviso e na ocasião ninguém sabia se existiam mais dispositivos explosivos ou não e a zona mergulhou num caos e terror completos.
O bombista era ex-membro do partido nacionalista britânico e neo-nazi. O seu objectivo era atacar os que considerava "não integrados", obviamente que muitos "integrados" foram também feridos quer diretamente, quer indiretamente, pelos seus ataques.
Foi condenado a seis penas de prisão perpétua e não terá direito a nenhuma saída antes de 2049, altura em que terá 73 anos.

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