A morte de Nogwaza é a mais recente numa longa série de crimes sádicos contra lésbicas, gays, e transexuais. Ataques muitas vezes premeditados, planeados, e demasiadas vezes, impunes.
Noxolo Nogwaza foi encontrada morta no dia 24 de abril de 2011, num ataque vicioso que parece ter sido motivada pela sua orientação sexual. Nogwaza teve a sua cara completamente desfigurada, foi esfaqueada múltiplas vezes, e as evidências sugerem que foi vítima de abuso sexual.
Human Rights Watch pediu ao governo que emita imediatamente uma declaração pública condenando o atentado e apelou à polícia para intensificar as investigações e prender os assassinos de Nogwaza.
Nogwaza era activa na organização de diversas Marchas do Orgulho LGBT em vilas da região desde 2009. Tal como outros organizadores era uma pessoa reconhecida na região por ser LGBT.
Neste momento, existem pelo menos cinco casos em curso de agressões físicas e sexuais em diferentes tribunais no país, em que os sobreviventes foram perseguidos por causa da sua orientação sexual e/ou expressão de género.

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